Como será o futuro da educação? Entenda aqui!

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As próximas gerações de estudantes estarão imersas em paradigmas e ferramentas muito diferentes das nossas em pouco tempo. A prova disso é o abismo que diferencia as salas de aula de hoje e as de 50 anos atrás, época em que não havia internet nem slides. Exemplos como esse nos trazem a curiosidade quanto ao futuro da educação no Brasil e no mundo.

A tecnologia vem facilitando diversas áreas da nossa vida, e isso abrange a educação, cujo desenvolvimento está atrelado ao avanço do país. A seguir, entenda melhor essa relação, o que esperar da educação nos próximos anos e o papel da tecnologia nessa transformação.

Como a educação se integra ao bom desenvolvimento do país?

Especialmente nos países europeus, vemos hoje taxas ínfimas de analfabetismo funcional e alto grau de educação numérica, o que resulta em mais oportunidades de desenvolver áreas importantes das próprias nações, como robótica, engenharia e artes. Isso acontece porque, há muitos anos, boa parte desses países criaram bases sólidas para democratizar o acesso à leitura e habilidades matemáticas. O Brasil ainda segue nesse desafio, procurando superar a dura realidade de encontrar três analfabetos funcionais a cada 10 brasileiros.

Esse cenário demonstra que ainda temos muito para vencer por meio da educação. As facilidades da tecnologia permitem que esse desenvolvimento seja mais rápido, o que dará ao Brasil a oportunidade de crescer cada vez mais economicamente.

O que esperar da educação daqui para frente?

Hoje, as plataformas de ensino online se destacam quando falamos em educação. Isso mostra que o acesso à informação de qualidade segue cada vez mais fácil, e o futuro tende a ser uma intensificação do cenário atual. Abaixo, reunimos em alguns pontos as tendências para a educação nos próximos tempos.

Universalização do conhecimento

Universalizar o conhecimento significa dar meios para que boa parte de uma população territorial consiga potencializar suas habilidades intelectuais e aprender novas. Podemos dizer que essa será uma consequência direta da ampliação do acesso à internet, tendo em vista a imensa quantidade de conteúdos gratuitos e de qualidade presente no mundo virtual.

Esse tipo de meta não é loucura. Ele já vem sendo tentado por diversos grupos de cientistas, como os da empresa britânica OneWeb, que procuram enviar um satélite ao espaço para fornecer acesso à internet ao redor do planeta.

Facilitação de cursos profissionalizantes

Existem milhares de cursos de capacitação presentes na internet atualmente, em todas as áreas, entre cursos livres e de graduação totalmente à distância. Isso permite que os profissionais aumentem seus repertórios sem saírem de casa. A expectativa é que a educação intensifique essa facilidade, especialmente com a ajuda da realidade aumentada e da inteligência artificial.

Salas de aula como ambientes de imersão

Hoje, é possível encontrar informações sobre qualquer assunto em poucos segundos. Basta “dar um Google”. Então, qual será a serventia das escolas daqui para frente? Simples: os alunos do futuro se relacionarão com os professores da mesma forma que os antigos gregos seguiam Sócrates em Atenas.

Em outras palavras, o objetivo da escola tende a ser cada vez menos o de apenas transmitir conteúdos. Seu foco também será engajar, trilhar caminhos e formar seres humanos conscientes do seu papel em sociedade e que lidem bem com as tecnologias de seu tempo, sem abandonar o ensino de disciplinas fundamentais.

Qual é o papel da tecnologia no futuro da educação?

Projetos promissores como o da OneWeb, citado anteriormente, revelam o protagonismo da tecnologia no futuro da educação. O desenvolvimento derrubará ainda mais barreiras entre as pessoas e trará realidades cada vez mais imersivas. Ferramentas como os óculos de realidade virtual, que nos surpreendem hoje em dia, poderão se tornar comuns em práticas pedagógicas.

A discussão sobre o futuro da educação jamais terá um ponto final. A expectativa é que possamos olhar para trás e ver como as nossas práticas pedagógicas eram bastante manuais e tomavam boa parte do nosso tempo. A única certeza que nós temos é de que a educação tem tudo para se tornar um bem mais coletivo e decentralizado, a partir do papel fundamental da tecnologia.

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