3 dicas incríveis para ajudar os filhos a superarem o medo infantil

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Quem nunca teve medo de situações, coisas ou barulhos quando criança? O medo infantil é algo que os pais ou responsáveis precisam ficar de olho e jamais tratar com descaso.

Alguns temores já são característicos das crianças até, mais ou menos, os 7 anos. Isso acontece porque, conforme a idade, elas enfrentam novas situações de tensão, enquanto outras já estão superadas.

Entenda que, até os 4 anos, a criança lida com a realidade de maneira extremamente lúdica, o que a leva a ter medo do escuro, de caretas, palhaços etc. Já dos 5 aos 7 anos, o pavor já se torna uma reação a situações mais ligadas ao mundo real, como o de perder os pais e de alguns animais.

Em todos os casos, é importante que os responsáveis intervenham com abordagens e explicações que confortem a criança e a ajudem, com seriedade, a enfrentar as suas aflições.

Neste post, veremos 3 dicas para ajudar nessa superação. Confira!

1. Escute as causas que levam ao medo infantil

Dizer que “não há por que ter medo” ou forçar a criança em estado de desespero a alguma ação, não adiantará muito. Uma reação contra a sua vontade pode até piorar a fobia e causar ainda mais pânico.

O mais adequado é escutar o que a criança tem a dizer sobre a situação, o que nem sempre os pais têm paciência para fazer. Muitas vezes, o medo nos adultos não tem uma explicação lógica, e com o medo infantil não é diferente.

Os motivos podem ser os mais discrepantes possíveis, mas só ouvindo o pequeno para saber quais são. Para tanto, nada melhor que pegar na mão da criança, agachar para ficar no seu tamanho ou sentar no sofá e procurar entendê-la com paciência.

2. Procure não subestimar ou ridicularizar a criança

A criança precisa encontrar em você uma figura de segurança para expor as suas aflições. Tratar o seu medo como uma situação boba ou ficar rindo no momento, pode levá-la a um estado de autojulgamento e desconfiança consigo mesma. Portanto, procure tratar a situação com seriedade e mostrar à criança que você está disposto a ajudá-la a enfrentar o medo. Não menos importante, termine a conversa com um abraço!

3. Explique e exponha o medo

Durante a infância, é muito comum ter medo de algum cômodo da casa, seja pelo escuro, um barulho estranho ou pela desconfiança de que há algum monstro por ali. Ainda, alguma ocorrência pode levar a criança a ter medo de um animal ou qualquer outra coisa.

A postura mais adequada dos pais é acompanhar as crianças até o cômodo e mostrar que não há nada de mais ali, acariciar o bichinho na sua frente ou tomar outra atitude que exponha a criança à falta de motivos para ter medo. Demonstrar que ela também pode se defender dará mais confiança para lidar com uma situação tensa.

É importante ficar de olho nas reações! Se o medo estiver afligindo a criança em seus desenhos, conversas e brincadeiras, causando estados de pânico e impedindo-a de fazer atividades simples do cotidiano, como frequentar a escola ou ir ao banheiro, é importante levá-la ao pediatra para investigar um possível quadro clínico de fobia ou ansiedade.

Portanto, o medo infantil jamais deve ser subestimado. Os pais são os responsáveis por ajudar as crianças a enfrentar e entender as suas principais aflições, mesmo que sejam bobas e injustificáveis.

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